
As montadoras continuaram a demitir depois do ‘acordo de cavalheiros‘ firmado na prorrogação do corte do IPI, em março. Demitiram menos, mas demitiram. Remeteram menos lucros para as matrizes no primeiro semestre deste ano. Mas remeteram.
Trechos
"Segundo o Caged, o grupo de atividade econômica ‘fabricação de automóveis, camionetas e utilitários‘ cortou mais 499 empregos (saldo de contratações e demissões), de abril a junho. De janeiro a março, o saldo foi negativo em 5.179 trabalhadores; no semestre, foram-se 5.678 empregos. Nas fábricas de ônibus e caminhões, 1.369 empregos.
"A indústria de autopeças cortou 22.183 empregos de janeiro a junho, 7,7% do estoque de empregos do início de janeiro. As de cabines e carrocerias, 7,1%. No caso de montadoras de automóveis, a redução do estoque de empregos no período foi de 6,9%; nas fábricas de ônibus e caminhões, 6,2%. Ou seja, as demissões de cada subsetor ficaram mais ou menos na mesma faixa. Mas quem ficou com lucros maiores (para nem mencionar quem faliu, ou quase)? Mistério. Não temos os relatórios econômico-financeiros das empresas. O governo, por acaso, teria?"

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